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Que Mundo!

por vianadoalentejoja, em 31.03.14

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Coincidências: Reguengos de Monsaraz e Vendas Novas?

por vianadoalentejoja, em 29.03.14

Expliquem-nos de uma forma simples: Porquê a escolha de membros do júri vindos das Câmaras Municipal de Reguengos e Vendas Novas?

 

(…) Proposta de designação do júri de recrutamento do cargo de Chefe da Divisão de Desenvolvimento Social e Humano, para submeter à Assembleia Municipal (n.º 1 do artigo 13.º da Lei n.º 49/2012, de 29 de agosto) – O senhor Presidente referiu que o júri de recrutamento dos cargos dirigentes tem de ser designado pela Assembleia Municipal, sob proposta da Câmara, nos termos do disposto no art.º 13.º da Lei n.º 49/2012, de 29 de agosto. Dado que se pretende prover o cargo de Chefe da Divisão de Desenvolvimento Social e Humano, torna-se necessário definir o júri do respetivo procedimento concursal. Nos termos das disposições legais aplicáveis, o Presidente do Júri deverá ser designado de entre personalidades de reconhecidos mérito profissional, credibilidade e integridade pessoal. Os vogais deverão ser designados de entre personalidades de reconhecidos mérito profissional, credibilidade e integridade pessoal, cuja atividade seja ou tenha sido exercida preferencialmente na área dos Recursos Humanos ou da Administração Local Autárquica.

Tendo em conta o exposto, o senhor Presidente propôs que o júri de recrutamento para o cargo de Chefe da Divisão de Desenvolvimento Social e Humano tenha a seguinte composição que respeita os condicionalismos impostos pelos n.ºs 2 e 3 do artigo 13.º anteriormente referido:

Presidente: Nelson Fernando Nunes Galvão, Chefe de Divisão da Unidade Orgânica de Administração Geral da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz.

Vogais: Ana Carla Arranja Martins Barros, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas; e Paula de Lurdes Martins Coelho Piteira, Técnica Superior da Câmara Municipal de Viana do Alentejo.

A proposta foi votada por escrutínio secreto tendo sido aprovada com três votos favoráveis e duas abstenções (…)

 

EXTRATO DA ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DE 26/02/2014 DA CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO ALENTEJO 

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Prémio “Vereador Existe ou Deixam-no Existir”

por vianadoalentejoja, em 29.03.14

(…)- A senhora Vereadora Rosa Barros da Costa referiu-se a duas situações que necessitam de intervenção na Escola do 1.º Ciclo de Aguiar. Refere-se uma delas à praga de lagartas do pinheiro que tem provocado alergias às crianças e às funcionárias.

- O senhor Vereador Paulo Manzoupo, a este propósito, disse que o pinheiro em causa irá ser arrancado na próxima segunda-feira.

- O senhor Presidente acrescentou que a decisão de arrancar o pinheiro “foi validada” numa reunião realizada entre a Câmara, a Junta de Freguesia de Aguiar, o Presidente da CAP – Comissão Administrativa

Provisória do Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo, a Associação de Pais e Encarregados de Educação de Viana do Alentejo e Aguiar e alguns Encarregados de Educação. -

- O senhor Vereador Paulo Manzoupo disse que para esta decisão também relevou o facto das raízes da árvore provocarem alguns danos no muro da Escola.  

- A outra questão relacionada com esta Escola – disse a senhora Vereadora – prende-se com a  necessidade de limpeza do terreno contíguo que foi adquirido pelo Município e no qual se encontra “uma lixeira”.

- O senhor Vereador Paulo Manzoupo estranhou esta situação, principalmente pelo facto desse terreno se encontrar vedado. Disse que irá verificar no local o que realmente se passa. (…)

EXTRATO DA ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DE 26/02/2014 DA CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO ALENTEJO 

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XIV Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo

por vianadoalentejoja, em 28.03.14

 

Casa Ermelinda Freitas, em Fernando Pó – Águas de Moura, vai receber, no dia 3 de abril, às 11h00, a conferência de imprensa para apresentação e divulgação da XIV Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo.

Nesta iniciativa vão estar representantes da Comissão Organizadora da Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo – Câmara Municipal da Moita, Câmara Municipal de Viana do Alentejo, Associação dos Romeiros da Tradição Moitense e Associação Equestre de Viana do Alentejo –, bem como representantes das Entidades Regionais de Turismo de Lisboa, Alentejo e Ribatejo.

De referir que a Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo, uma vez mais apadrinhada por José Carlos Malato, vai decorrer, este ano, entre 23 e 27 de abril.

Acompanhe a Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo, através da página de facebook.

A Comissão Organizadora da Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo convida esse Órgão de Comunicação Social a estar presente na conferência de imprensa de apresentação e divulgação da XIV Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo, no dia 3 de abril, pelas 11h00, em Fernando Pó – Águas de Moura.

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Frase do Dia

por vianadoalentejoja, em 25.03.14

Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma ciência.

 

António Aleixo

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O conteúdo do Abaixo-Assinado é o seguinte

por vianadoalentejoja, em 23.03.14

(Transcrição do Abaixo-Assinado) 
Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, o grupo de cidadãos do Concelho de Viana do Alentejo do presente abaixo-assinado, vem por este meio pedir a Vª Exa a revisão e alteração do PDMVA nomeadamente o Artigo 33º que se refere às Pecuárias Caseiras, que pela sua leitura proíbe a existência de animais de exploração caseira tais como Galinhas, Coelhos, Patos, borregos, Burros, Cavalos e outros, dentro da malha urbana. 
Face à realidade do meio ambiente onde estamos inseridos e onde esta prática é comum e secular, sempre existiram animais nos quintais mais precisamente pequenas criações, para consumo próprio.
Para qualquer Esclarecimento sobre esta proposta, pode contactar o primeiro subscritor, Luis Miguel Fialho Duarte, para o n. Telm. 962420805
Artigo 33.o (Existente) no PDMVA Pecuárias caseiras
1 — Por pecuárias caseiras entendem-se as explorações que, pela sua natureza e dimensão, não são susceptíveis de prejudicar o meio ambiente e urbano e não ultrapassem os seguintes limites:
Instalações de suinicultura que comportem até 2 porcas reprodutoras, 1 varrasco e 1 porco de engorda;
Aviários que comportem até 50 aves; 
Cuniculturas que comportem até 50 animais;
Vacarias que comportem até 2 animais;
Instalações de ovinos que comportem até 5 animais;
Instalações de caprinos que comportem até 5 animais.
2 —As pecuárias referidas na alínea anterior só são autorizadas a título excepcional, sendo o alvará sanitário substituído por uma
licença renovável anualmente.
3 —A licença só será atribuída desde que se cumpram as seguintes disposições:
a) Localizem-se a mais de 50 m de estrada nacional, via municipal, captação de água ou curso de água, imóvel classificado ou proposto para classificação e edifício público e a mais de 20 m de outra edificação;
b) Localizem-se fora de espaço urbano e urbanizável, estando afastadas, no mínimo, 500 m de qualquer zona residencial;
c) Estejam asseguradas as condições mínimas de salubridade, concretamente no que respeita a incómodos que possam causar a terceiros;
d) No caso de instalações de suiniculturas que possuam fossas estanques, com tempo de retenção adequado, acessíveis da via pública para esvaziamento periódico.
4 — A licença não será renovada quando se verifique o incumprimento de qualquer requisito especificado nas alíneas anteriores.
5 — No caso de reclamações de terceiros, com base no incumprimento referido em c2), compete à Câmara Municipal de Viana do Alentejo, em colaboração com a delegação de saúde, verificar as condições de salubridade e a pertinência das reclamações.

Proposta de Alteração: Ao artº 33 do PDMVA, Pecuárias Caseiras
1 — Pecuárias caseiras entendem-se as explorações que, pela sua natureza e dimensão, não são susceptíveis de prejudicar os meios ambiente e urbano e não ultrapassem os seguintes limites:
Instalações de suinicultura que comportem até 2 porcas reprodutoras,1 varrasco e 1 porco de engorda; (Retirar do Artº 33)
Aviários que comportem até 30 aves;
Cuniculturas que comportem até 30 animais;
Vacarias que comportem até 2 animais; (Retirar do Artº 33)
Instalações de ovinos e caprinos que comportem até 5 animais;
Instalações de caprinos que comportem até 5 animais. (Englobar no ponto dos ovinos.)
Equídeos, deste que considerados em vias de extinção ou protegidos e de turismo, até 2 animais. Salvo raras excepções, para animais de interesse publico e com as devidas condições de salubridade. 
2 —As pecuárias referidas nas alíneas anteriores só são autorizadas após avaliação do local, sendo o alvará sanitário substituído por uma
Licença renovável anualmente.
3 —A licença só será atribuída desde que se cumpram as seguintes disposições:
a) Localizem-se a mais de 50 m de estrada nacional, via municipal, captação de água pública ou curso de água, imóvel classificado ou proposto para classificação e edifício público e a mais de 20 m de outra edificação; (Retirar do Artº 33)
Localizem-se fora de espaço urbano e urbanizável, estando afastadas, no mínimo, 500 m de qualquer zona residencial; (Retirar do Artº 33)
b) Estejam asseguradas as condições mínimas de salubridade, concretamente no que respeita a incómodos que possam causar a terceiros;
c) Que sejam em espaço de preferência abertos e tenham no mínimo 20m2. Sendo que nesta situação só será permitido ter aves, e terá que ser reduzido o número consoante a área. 
d) A posse até 5 aves seja isenta de qualquer licença.
No caso de instalações de suiniculturas que possuam fossas estanques, com tempo de retenção adequado, acessíveis da via pública para esvaziamento periódico. (Retirar do Artº 33)
4 — A licença não será renovada quando se verifique o incumprimento de qualquer requisito especificado nas alíneas anteriores.
5 — No caso de reclamações de terceiros, com base no incumprimento referido em c2), compete à Câmara Municipal de Viana do Alentejo, em colaboração com a delegação de saúde, verificar as condições de salubridade e a pertinência das reclamações.

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Abaixo-assinado no Concelho de Viana do Alentejo a pedir para que seja alterado o Artigo 33 do PDM

por vianadoalentejoja, em 23.03.14

Começou hoje um abaixo-assinado no Concelho de Viana do Alentejo a pedir para que seja alterado o Artigo 33 do PDM.
Eu só quero lembrar que o que estão a assinar não vai só permitir que o Senhor tenha os seus burros de volta, como também permite que você tenha umas ovelhas no quintal o seu vizinho faça criação de porcos o vizinho do outro lado da rua uma vacaria isto tudo no meio das Vilas.
Vai ser lindo vai!!!!

 

Comentário num post anterior

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Viana do Alentejo contra o encerramento do serviço de finanças local

por vianadoalentejoja, em 21.03.14

A Assembleia Municipal de Viana do Alentejo aprovou por unanimidade, no passado dia 28 de fevereiro, uma moção contra a possibilidade de encerramento da Repartição de Finanças local, por considerar que acarreta “prejuízos irreparáveis para as populações, para as empresas e para a economia local”.

 

Segundo o mesmo documento o encerramento do Serviço de Finanças contribui para acentuar “o processo de abandono e consequente despovoamento dos concelhos do interior”, entre os quais o de Viana do Alentejo.

 

A concretizar-se o encerramento do Serviço de Finanças, “obrigará a população a percorrer grandes distâncias para resolver os problemas até aqui resolvidos localmente”, o que provocará um aumento nos custos da deslocação, a uma população cada vez mais envelhecida e com baixos rendimentos.

 

Atendendo ao facto do edifício da Repartição de Finanças de Viana do Alentejo ser propriedade do Estado, refere a moção que, “não existem custos acrescidos para a manutenção deste serviço no Concelho”.

 

A moção foi remetida à Ministra de Estado e das Finanças, à Associação Nacional de Municípios Portugueses, aos grupos parlamentares, à direção-geral da Autoridade Tributária e Aduaneira, à direção de Finanças de Évora e ao Serviço de Finanças de Viana do Alentejo.

Fonte:http://www.cmvianadoalentejo.pt/pt/conteudos/noticias/Viana%20do%20Alentejo%20contra%20o%20encerramento%20do%20servic.htm

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PASSEIO EQUESTRE

por vianadoalentejoja, em 17.03.14

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Para quê pagar impostos? pergunta este senhor.

por vianadoalentejoja, em 10.03.14

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Planeamento participativo

por vianadoalentejoja, em 07.03.14

Quando é que a Governação do PS da Câmara de Viana do Alentejo pensa arranjar a Zona envolvente do Santuário da Nossa Senhora D´Aires?

Já que existe zona de protecção e muitas promessas sobre o assunto, convém sabermos o que pretendem ali fazer? Se é que vão fazer alguma coisa?

Muito atentos!´

 

Viana do Alentejo JÁ

 

Lembram-se deste texto e imagem do http://vianadoalentejo.blogspot.pt/2007_06_01_archive.html ???

 

 

(...) Neste caso temos, entre outras, a floresta de postes de electricidade frente ao Santuário da Srª D' Aires, o alpendre na Cerca da Srª D'Aires (aquilo é obra de arquitecto ?) (...)

 

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Viana do Alentejo: Filme e lanche assinalam Dia da Mulher

por vianadoalentejoja, em 07.03.14

A junta de freguesia de Viana do Alentejo vai assinalar o Dia Internacional da Mulher, no sábado, com a exibição de um filme, promovendo de seguida um lanche.

O filme vai ser exibido no cineteatro local, às 15:00, e o lanche vai decorrer no salão da junta de freguesia, podendo todos os interessados inscrever-se, gratuitamente, até quinta-feira.

 

Fonte: http://www.regiaosul.pt/noticia.php?refnoticia=144181

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Aumentos do Preço da Água

por vianadoalentejoja, em 04.03.14

 

Até me custa dizer, mas bem tinha razão o ex-vereador Costa da Silva sobre a temática da água. Agora, com tanta conversa, vamos ser obrigados a ter a água mais cara.

 

Curiosos os argumentos: Lei mais Lei! Mas foram estes senhores que se meteram na embrulhada e agora quero ver quem nos tira dela. Já parecem o ex-Ministro Gaspar a justificar os cortes a que fomos sujeitos.

 

Vamos ter que aguentar?

 

Uma vergonha!

 

Viana do Alentejo Já

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Tanta conversa para nos aumentarem o preço da água.

por vianadoalentejoja, em 04.03.14

 

(...) Ponto dez) Proposta de aprovação do novo tarifário dos Serviços de Abastecimento Público de Água, Saneamento de Águas Residuais e de Gestão de Resíduos Urbanos

 

O senhor Presidente solicitou ao senhor Dr. Belchior Lourenço, responsável da empresa que elaborou a fundamentação técnica, quer para este Município, quer para os restantes que constituem a AMCAL – Associação de Municípios do Alentejo Central, que fizesse a apresentação do novo tarifário dos Serviços de Abastecimento Público de Água, Saneamento de Águas Residuais e de Gestão de Resíduos Urbanos.

 

Assim, o Dr. Belchior Lourenço começou por informar que o apuramento devidamente fundamentado da estrutura de custos dos Serviços em apreço, ao nível Municipal, ganhou contornos mais exigentes, em virtude da entrada em vigor em agosto de 2011 do Decreto-Lei n.º 194/2009, de 20 de agosto, que atribui competências à ERSAR, I.P – Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, ao nível de regulação dos sistemas em gestão direta, requerendo assim o apuramento de um conjunto de elementos que fundamentem a política tarifária, garantindo quer a universalidade de acesso pela população, quer a recuperação sustentável dos custos. Adiantou que daqui se depreende que a decisão política de fixação dos tarifários terá que levar em conta o custo total do sistema, de forma a honrar os compromissos da “alta” e as necessidades da “baixa”, como também a garantia de acesso aos serviços pela análise da acessibilidade económica dos utilizadores, como também pela criação de tarifários especiais para consumidores particularmente mais vulneráveis e para agregados familiares de maiores dimensão, onde um maior consumo não implica necessariamente desperdício. Referiu que a lógica de ajustamento tarifário e compreensão do seu impacto junto da população preconizada pela Entidade Reguladora, é seguida e entendida como essencial, quer para os elementos do seu Conselho Consultivo, entre os quais de destacam a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e a DECO, como também pelas diversas entidades que estudam o setor, como são os casos da Parceria Portuguesa para a Água (PPA); Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos (APRH); a Associação Portuguesa das Empresas do Setor do Ambiente (AEPSA); da Divisão da Água e Proteção do Ambiente; do Conselho Nacional da Água (CNA) e das Águas de Portugal SA, entre outras. O Dr. Belchior continuou a sua apresentação referindo a legislação aplicável, nomeadamente a Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro – Lei-Quadro da Água; a Lei n.º 73/2013, de 13 de setembro – que estabelece o Regime Financeiro das Autarquias Locais e das Entidades Intermunicipais; o Decreto-Lei n.º 97/2008, de 11 de junho; o PEAASAR II – Plano Estratégico para o Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais; o PERSU II – Plano Estratégico para o Setor dos Resíduos II; o Decreto-Lei n.º 194/2009, de 20 de agosto – Regime Jurídico das Entidades dos Serviços de Águas e Resíduos, daqui resultando a obrigatoriedade dos sistemas de gestão direta em prestarem contas à Entidade Reguladora, bem como outras recomendações tarifárias

 

Seguidamente, o Dr. Belchior referiu os princípios e pressupostos que foram observados na fixação dos tarifários, nomeadamente a Universalidade de Acesso, principio deste tipo de serviços públicos essenciais, que garante a universalidade de acesso em contrapartida da recuperação de custo. Referiu também o Papel do Regulador quanto à Sustentabilidade de Políticas Sociais. Referiu ainda que o facto de um Município praticar valores abaixo do mínimo de ajustamento admissível, leva a que o mesmo não seja elegível para ser apoiado por um eventual fundo de equilíbrio tarifário, uma vez que apela a uma insustentabilidade que também é fruto da não repercussão das tarifas mínimas admissíveis.

 

Referiu-se também às especificações mais técnicas do estudo constatando-se que a partir da análise do IAE, é assim possível aferir que o tarifário de utilizadores finais domésticos não coloca em causa o acesso da população do concelho de Viana do Alentejo, em nenhum dos consumos de referência. Acrescentou que é também possível aferir que o tarifário de utilizadores finais domésticos, na tipologia de consumo social não coloca em causa o acesso da população do concelho de Viana do Alentejo, em nenhum dos consumos de referência, dando uma maior margem de manobra para agregados de mais fracos recursos, como é o caso do cartão de reformado que atribui descontos de 50% aos seus titulares.

 

Também o senhor Presidente complementou, com algumas notas, a apresentação do Dr. Belchior Lourenço, referindo que evidentemente quando se faz a atualização de um tarifário e a mesma implica uma subida, ainda quer ligeira e apenas em alguns utilizadores, isso preocupa qualquer Executivo Autárquico, particularmente quando essas atualizações são realizadas numa conjuntura como a atual. Continuou dizendo que o preocupa, particularmente, as pessoas com mais dificuldades económicas e os idosos. Por isso mesmo, foi devidamente salvaguardado este aspeto, como também está explicado no documento, ou seja, o índice de acessibilidade foi garantido. No entanto, referiu que essas atualizações têm de ser feitas devido a vários fatores que estão devidamente explicados no documento de fundamentação. O enquadramento refere a legislação aplicável e enuncia alguns princípios que deverão estar presentes, bem como a fundamentação exigida, nomeadamente que os tarifários terão de ser progressivamente ajustados aos preceitos recomendados por forma a que a prestação dos serviços seja feita em condições de qualidade, de segurança, de sustentabilidade e de garantia de acessibilidade.

 

Adiantou o senhor Presidente que esta atualização que agora se leva a efeito cumpre todos estes requisitos, especialmente o de garantia de acessibilidade por parte das famílias com menores recursos e mais carenciadas. Para além disso, destacou ainda o senhor Presidente algumas notas que no seu entender são relevantes:

- Referiu que como se pode constatar, dos dados disponíveis pela ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos, para um consumo médio de 10m3 por mês, esta Autarquia cobra uma tarifa muito abaixo da média nacional e continuará abaixo depois desta atualização (estes dados podem ser consultados no site da ERSAR e constam de um estudo que o jornal Diário de Notícias publicou no dia 8 de dezembro de 2013);

 

Referiu também que se pretende que o nosso tarifário fique agora uniformizado, na generalidade, com os Municípios da AMCAL – Associação de Municípios do Alentejo Central, nomeadamente com Alvito, Cuba e Vidigueira. Uma das recomendações da ERSAR, e não só, é os sistemas caminharem progressivamente para a sua sustentabilidade, ou seja, as receitas cobrirem os custos. Após esta atualização que agora propomos, apenas conseguimos cobrir cerca de 23,5% dos custos, ou seja, nem ¼ ainda conseguimos recuperar;

 

Desta atualização resulta uma descida na fatura a pagar por parte das Associações e IPSS’s; Adiantou que a área Social desta Autarquia já iniciou um trabalho de elaboração de um novo Regulamento para apoio a famílias numerosas; Referiu ainda que será reforçada a comunicação do desconto para os portadores de cartão jovem do Município, no montante correspondente a 10% do total da fatura; Referiu por último o senhor Presidente que continuará a política de poupança de água tratada por parte desta Autarquia, através desde logo da conclusão da obra do Centro Histórico, a qual consistiu também na substituição de condutas de água subterrâneas, com a abertura de furos para rega, com a substituição e reparação de contadores, etc…

 

O senhor Vereador João Penetra perguntou se já há conhecimento de quando será construída a nova conduta de águas para Alcáçovas por parte da Águas Públicas do Alentejo, tendo o senhor Presidente referido que, pelo que se consta, o concurso para a mesma deverá ser lançado no início do próximo ano.

 

Depois destas intervenções foi o novo tarifário dos Serviços de Abastecimento Público de Água, Saneamento de Águas Residuais e de Gestão de Resíduos Urbanos posto a votação, tendo-se verificado a sua aprovação por unanimidade.

 

O senhor Vereador João Penetra disse ter votado favoravelmente mas realçou que o facto de se ter integrado o sistema das Águas de Portugal, levou a um aumento de custo da água o que, para os Municípios da AMCAL significou um aumento para o triplo. Adiantou este Vereador que, para além disso, existe o risco permanente deste setor vir a ser privatizado o que certamente se traduzirá num prejuízo para os consumidores finais. Referiu ainda que a água é essencial à vida e por isso não deve ser objeto de negócio. Disse elogiar a posição dos 21 Municípios que constituem a AMGAP – Associação de Municípios para a Gestão da Água Pública do Alentejo, que resistiram, enquanto puderam, à adesão do sistema incluindo-se nos mesmos os Municípios de Viana do Alentejo e Alvito. Referiu por ultimo este Vereador que estes Municípios que constituem a AMGAP, conseguiram acordar que, em caso de privatização, a maioria do capital da AgdA pode ficar nas mãos dos Municípios e isso pode fazer toda a diferença. (...)

 

CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO ALENTEJO

ATA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DE 27/12/2013

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Pensamento do dia

por vianadoalentejoja, em 04.03.14

Querem tirar os burros da Vila. Viana do Alentejo jamais será a mesma!

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